Você sabe o que é staff loan: empréstimo de mão de obra técnica?

Hoje vou falar sobre um assunto ainda pouco disseminado pelo mercado. Muitos nunca nem ouviram falar, o Staff Loan: empréstimo de mão de obra técnica.

Karla, o que é isso? Vou explicar!

Staff Loan é um novo conceito de trabalho temporário, em que as empresas fazem o empréstimo de profissionais de outras organizações, conforme a necessidade. Podemos dizer que o staff loan está para o mundo corporativo como o trabalho em rede distribuída está para os empreendedores e autônomos.

Atualmente é mais comum vermos o método sendo aplicado quando a organização está trabalhando em um projeto com uma demanda bastante específica. Mas a tendência é que isso se aplique cada vez mais em todas as áreas das organizações.

Afinal, o que é staff loan? – é uma técnica de recrutamento temporário e especializado, em que empresas que têm o quadro de colaboradores experientes e altamente qualificados emprestam esses profissionais para fornecer a outras organizações mão de obra para demandas como:

  • auditoria interna e compliance;
  • cobertura de férias, licença de saúde ou de maternidade;
  • conciliação e cadastro;
  • novas atividades, entre outros desafios profissionais.

Os benefícios:

A experiência é bastante positiva para engrossar o currículo, adquirindo experiência e aumentando o networking. Nesse sentido, o staff loan contribui exatamente para que os profissionais possam ter mais experiência, expandir sua rede de contatos e ter mais motivação para trabalhar.

Os benefícios são uma via de mão dupla: as empresas também ganham com isso da seguinte forma:

  • aumentando a mão de obra qualificada;
  • garantindo contratações e substituições no quadro de colaboradores com mais agilidade e menos burocracia;
  • otimizando recursos financeiros e de tempo com a administração dos profissionais;
  • reduzindo os riscos de sofrer algum passivo trabalhista, afinal, a legislação para contratação temporária é relativamente nova e pode trazer várias dúvidas para os gestores.

O principal objetivo do staff loan é gerar valor aos processos organizacionais, com talentos experientes e altamente qualificados. Somos todos valiosos e merecemos ser recompensados por isso. Abrace essa ideia!

Empatia no ambiente de trabalho: você tem?

Você sabe o que é empatia? Muito se fala sobre essa habilidade comportamental, mas muitas pessoas não sabem o que, de fato, ela representa e como ela é importante no ambiente de trabalho.

Afinal, o que é? É bem simples. Podemos definir empatia como a habilidade de compreender outras pessoas. Uma pessoa empática consegue lidar melhor em qualquer situação, porque tem a capacidade de se colocar no lugar do outro e entender o seu ponto de vista, mesmo que não concorde com ele.

No meio corporativo, exercer a empatia é uma forma de lidar com colaboradores e superiores tendo uma conexão verdadeira e eliminando conflitos. Ao contrário do que muitos pensam, a empatia não tem nada a ver com a servidão, com a falta de opinião ou controle sobre situações.

Ser empático não significa concordar com tudo, aceitar tudo e ser refém de outras pessoas. Uma pessoa empática consegue entender e respeitar os pontos de vista dos outros para expor as suas opiniões.

No ambiente de trabalho, estamos lidando com pessoas com as quais não convivemos o tempo todo e que, na maioria das vezes, não temos e nem criaremos nenhum laço afetivo, porém isso não diminui a importância destas pessoas em nossas vidas.

“A empatia no meio corporativo é essencial para relações de trabalho saudáveis e a possibilidade de melhores resultados para uma empresa”.

O autor Daniel Goleman (principal referência sobre Inteligência Emocional) identificou três tipos distintos de empatia e que valem a pena você conhecer:

Empatia Cognitiva: habilidade de entender o ponto de vista da outra pessoa.

Empatia Emocional: habilidade de sentir o que o outro sente.

Preocupação Empática: capacidade de sentir o que o outro precisa de você.

O que significa? A empatia emocional e a preocupação empática dependem de conexão emocional. Por isso, demandam um exercício contínuo para serem aplicadas na prática. Já a empatia cognitiva é uma habilidade básica que, com um pouco de reflexão e abertura, pode ser incorporada ao dia a dia de qualquer profissional.

Como ser uma pessoa empática?

Uma pessoa empática geralmente possui algumas características que permitem o desenvolvimento dessa habilidade, como por exemplo:

  • Tem vontade de ajudar os outros;
  • É bastante carinhosa e sensível com outras pessoas;
  • Buscar respeitar outros pontos de vista;
  • Não costuma julgar outras pessoas.

Se reconheceu em alguma dessas características? Lembre-se: A empatia é uma habilidade comportamental que pode ser desenvolvida. Bora praticar?

Feliz dia da mulher maravilhosa que você é

Você sabe qual o seu poder? Hoje, no Dia da Mulher, vamos falar sobre a história da Mulher Maravilha, e como a heroína foi criada. Mas, calma! Você não precisa ser a mulher maravilha para ser heroína também.

Já pensou se existisse uma mulher empoderada, feminina, alegre, poderosa e capaz de relevar a verdade, ser atenciosa, carinhosa e dedicada e com super poderes? Ela existe. É a Mulher Maravilha, que foi criada por Willian Marston em 1928. Um doutor em psicologia pela universidade de Harvard, que pensou em uma mulher com todos os perfis comportamentais.

Para criar a personagem, Willian observou de perto as mulheres e a capacidade que elas têm de administrar as coisas do dia-a-dia e ainda serem charmosas e femininas. Na opinião de Willian Marston, o mundo poderia ser melhor se liderado pelas mulheres.

Na ficção a Mulher Maravilha dá conta de tudo, mas na vida real, todos nós sabemos que não é bem assim, não é mesmo? Está na hora de ressignificar a mulher maravilha para vivermos com os padrões que cabem em cada uma de nós e escrevermos uma história para as mulheres maravilhas que somos.

Nós, mulheres, temos o hábito de acumular funções, seja em casa ou no trabalho. Para comprovar isso, eu sempre ouço: “estou cansada”, “não dou conta de tantas coisas”, “meu dia não rende o suficiente”, “estou sempre ansiosa”.

Saímos do ambiente doméstico e caminhamos para o mundo dos negócios, mas ainda continuamos com a obrigação das tarefas “femininas”. Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), as mulheres trabalham semanalmente 7,5 horas a mais do que os homens, incluindo as tarefas domésticas.

Além desse cenário, temos uma imagem de super-heroínas atribuída a nós (não no bom sentido) e, por isso, podemos dar conta de tudo. Acrescentamos a esta equação o fato de que tendemos a nos cobrar e nos comparar umas com as outras o tempo inteiro, o que gera mais ansiedade, mais culpa, mais estresse, e o círculo está formado.

É nesse momento que coloco para você uma provocação: está na hora de ressignificar a sua mulher maravilha. Você não precisa negar ou aposentar a Mulher Maravilha que lhe habita. Ela pode continuar com você desde que assuma um novo papel. Dessa vez de parceira que te fortalece. Reencontre sua força interna para que seus “super poderes” possam fazer real efeito em tudo que você queira realizar.

Ser Mulher Maravilha é ser capaz de reconhecer que nem sempre você dará conta de tudo e está tudo bem. É aceitar que somos mulheres fortes sim, mas não precisamos ser sempre o ponto de apoio da família, do marido, do filho. Nós também precisamos de colo e podemos ser salvas pelo herói. Podemos sim fazer escolhas, e temos que aceitar que em muitos momentos o melhor a fazer é se reconhecer humana e imperfeita, se acolher com carinho e zelar pela sua saúde.

Então, se você acredita em você, seja a sua mulher maravilha. Sem padrões impostos, apenas assuma aqueles que lhe cabem. Mulheres, nós temos a força e podemos fazer e ser o que quisermos.

Feliz Dia das Mulheres!

Match cultural ganha força nas organizações na hora de recrutamentos e seleções

Com a valorização das habilidades comportamentais em crescimento, o chamado match cultural tem ganhado força nas organizações na hora de fazer recrutamento e seleção.

Apesar dos infinitos tipos de personalidade, todo profissional também tem um desses aspectos dominando seu estilo de trabalho. E alinhar isso entre equipes e organizações é fundamental para os negócios e para a satisfação pessoal das pessoas com sua carreira.

E ai que entra a cultura organizacional da empresa. Ela influencia o alcance dos resultados de uma marca, o crescimento e os relacionamentos interpessoais entre todos os envolvidos, como colaboradores, fornecedores e clientes. Por essa razão, sua definição deve ser objetiva e estratégica.

Clã, empreendedora, burocrática e de mercado. Estes são os quatro tipos de cultura organizacional em que uma empresa pode se encaixar.

Vamos falar sobre cada uma delas?

Cultura de clã: há uma atenção voltada “para dentro”, com mais foco em colaboração, resultados de longo prazo e trabalho em equipe. A flexibilidade também é um norte importante.

Cultura de mercado: é o porto da cultura clã. Essa preza a competição e performance individual. Além disso, suas ações são voltadas para a concorrência. Em vez da flexibilidade, há mais controle.

Cultura empreendedora também tem o valor da flexibilidade, como a de clã, mas é mais voltada para a concorrência, com foco em agilidade e inovação.

Cultura Burocrática: faz oposição a cultura empreendedora e é permeada por processos rígidos, pouca flexibilidade, autocontrole e normas. Assim como a cultura de clã, ela é mais voltada para questões internas.

Apesar de diferentes, profissionais e empresas podem ter influência de mais de uma cultura, mas uma é sempre dominante. A variação da cultura em uma empresa ocorre principalmente quando os setores e departamentos são observados. Apesar disso, é muito difícil encontrar uma empresa que tenha valores opostos em seus departamentos internos, porque eles não se sustentam juntos.

Recrutamento e seleções

No recrutamento e seleção, o teste de cultura dos candidatos é uma das formas de garantir o alinhamento entre profissional e empresa.

Vou dar alguns exemplos de empresas bem-sucedidas que alinharam sua cultura organizacional e refletiram no comportamento dos funcionários.

Google

É de se esperar que o Google tenha uma das culturas internas mais reconhecidas do mundo. A empresa conseguiu esse status ao colocar o colaborador no centro das ações, com a oferta de refeições gratuitas, espaços de interação nos escritórios, bicicletas para ir ao trabalho, entre outros benefícios.

O objetivo é que, com essas vantagens, o profissional fique mais motivado e construa bons relacionamentos com os colegas, incentivando um ambiente mais colaborativo e criativo.

Nike

Outro exemplo de empresa de sucesso por unir a filosofia de negócio ao dia a dia dos colaboradores é a Nike. O objetivo da marca é estar na dianteira do segmento e, para isso, ela incentiva a curiosidade, inovação e autonomia para os profissionais. A independência para criar e assumir riscos faz com que os colaboradores inovem sem que a empresa repudie as ideias que não vingam. Por sua vez, essa cultura faz com que os profissionais se sintam comprometidos a criar e entregar novas soluções, alimentando o sentimento de pertencimento.

Diante disso, as empresas mais bem-sucedidas quando o tema é cultura organizacional são aquelas que integram as propostas definidas da missão da marca e a forma como os colaboradores trabalham no dia a dia.

Como a integração entre times é importante para um trabalho mais produtivo

A união faz a força. O ditado já é velho, mas faz todo o sentido. A importância da integração entre setores e a comunicação entre times é fundamental para a fluidez do trabalho, o atingimento de metas da própria equipe e também dos resultados da empresa como um todo. Por outro lado, a falta dela traz problemas internos gerados pela falta de alinhamento, e consequências graves que podem afetar até os resultados financeiros da empresa.

Quando negócios possuem um alto nível de colaboração, a resolução de problemas passa a ser mais ágil e a companhia terá índices de inovação maiores. Dessa forma, os serviços do empreendimento terão um alto nível de qualidade e performance.

Mas, afinal, como garantir que todos os times trabalhem lado a lado no dia a dia? Quais são as melhores estratégias para promover um alto nível de colaboração no ambiente corporativo?

Mantenha uma política de comunicação eficaz

A comunicação é um dos pontos-chaves para que a empresa consiga manter times integrados. É por meio dela que profissionais trocam dados, evitam conflitos e garantem que o fluxo de trabalho seja mais ágil e seguro. Portanto, faça investimentos em soluções de comunicação corporativa que vão além de serviços de e-mail.

Defina metas em conjunto

A definição de metas faz parte do dia a dia de qualquer empresa. Quando negócios possuem objetivos claros conhecidos por todos, o planejamento de processos pode ser mais eficaz: todos os profissionais conseguirão preparar-se para atingir objetivos em comum, evitando erros, atrasos e falhas no fluxo da companhia.

TI bem estruturada

Quando o negócio possui uma infraestrutura de TI mal alinhada com as suas metas e objetivos de médio e longo prazo, o compartilhamento de dados e o trabalho de todas as áreas torna-se mais complicado. Portanto, é fundamental que todos os setores possuam soluções que “conversem entre si” e um conjunto de ferramentas unificado. Compartilhando informações de forma simples e dinâmica, os profissionais de todas as áreas poderão desenvolver processos com uma estrutura compartilhada, alta colaboração e performance.

Integração entre equipe e um projeto A promoção da integração de times pode ocorrer também durante projetos internos e nas atividades diárias do negócio. Trabalhar para criar equipes que envolvam várias áreas em um mesmo grupo pode ter um grande impacto nos resultados do projeto: não só os profissionais trabalharão em um ambiente mais fácil de unificar estratégias, mas também será mais prático encontrar soluções inovadoras para as demandas do mercado.

Home office: como ter uma rotina saudável trabalhando em casa

Dentre as mudanças no mercado de trabalho causadas pela quarentena, o home office foi a mais significativa. Entretanto, apesar de popularizado durante a pandemia, ele tem sido uma realidade comum para mais de 4,5 milhões de brasileiros que, segundo a revista Superinteressante, já exerciam suas atividades profissionais em casa antes de tudo isso acontecer.

O home office é uma tendência que veio para ficar e, com as consequências da pandemia do novo coronavírus, provavelmente vai crescer ainda mais, a nível mundial, no mercado de trabalho.

E para muitos a mudança repentina no modo de trabalho pode causar muito mais do que estranhamento, mas também uma falta de controle em horários, alimentação. Afinal, é você quem dita as regras agora. E ai vem a pergunta: como ter uma rotina saudável trabalhando em casa?

Segue algumas dicas que separei para vocês:

Nada de pijama! A vontade de ficar confortável em casa é imensa, mas isso pode fazer com que você se sinta mais relaxado durante o dia de trabalho do que pretendia. Então se vista como se fosse sair para trabalhar e encarne o espírito de escritório.

Tenha o seu espaço de trabalho: escolha um local – de preferência não a sua cama e nem o sofá da sala – onde você fará todo o seu trabalho. Um espaço delimitado já ajuda a criar uma rotina e os limites necessários. Decore com imagens e cores inspiradoras ou calmantes que ajudarão você a se concentrar.

Mantenha sua rotina mesmo em casa: organize sua rotina para que você não fique apenas em casa o dia todo, todos os dias. Sair para caminhar, fazer tarefas na rua e até tomar um café pode ajudar você a ter novas perspectivas até mesmo sobre o trabalho. Lembre-se que parte do trabalho remoto é a flexibilidade.

Atenção as distrações digitais: “Ah, vou tirar apenas dois minutos para olhar o Instagram e voltar ao trabalho”, você pode dizer. Mas dois minutos podem se transformar em 20 e, segundo estudos, pode levar cerca de 25 minutos para voltar ao foco novamente.

Otimizar é a palavra de ordem! Se você sabe que é mais focado no início da tarde, trabalhe em torno disso e organize sua programação de acordo. Deixe as tarefas que precisam de mais concentração para os horários que você sabe que vai ter melhor desempenho.

Se alimente bem! Comer em casa é uma das vantagens do trabalho remoto, mas, é bem comum que com o passar dos dias você tenha preguiça de cozinhar e vai acabar comendo qualquer fast food na frente do computador, pensando em otimizar o tempo. Não faça isso. Aproveite esse grande benefício e capriche nas refeições, inclusive formatando pausas para o intervalo. Tenha horários definidos: trabalhar em casa pode ser um pulo para se tornar um workaholic. Geralmente as empresas utilizam aplicativos que monitoram o tempo de trabalho dos funcionários, mas faça um esforço para trabalhar apenas o horário determinado, de forma bem focada. E depois disso, fique off-line e desative até mesmo as notificações de trabalho.

Quais são as carreiras que nunca serão automatizadas?

Da mesma forma que a revolução industrial modificou o jeito de trabalhar das pessoas, os atuais desenvolvimentos tecnológicos estão transformando diversas áreas de atuação. Já existem, por exemplo, supermercados que dispensam atendentes humanos. Nem todos os serviços, no entanto, estão à mercê da revolução das máquinas.

Vale lembrar que máquinas não possuem criatividade, habilidades interpessoais e não são programadas para “pensar fora da caixa”. Logo, existem algumas profissões e atuações que não podem deixar de contar com o auxílio das mãos humanas.

Sabe quais são?

  • Profissionais criativos (como web designer, desenvolvedores de games, por exemplo). A imaginação e pensar fora da caixa são características exclusivamente de humanos.
  • As máquinas não se constroem sozinhas. Embora máquinas possam construir outras máquinas ou repará-las, é preciso que haja um elemento humano nesta equação. Por conta deste fato, até bastante óbvio, engenheiros mecânicos possivelmente jamais deixarão de ser solicitados.

  • Os experts em cibersegurança terão emprego garantido por muito tempo. Nos últimos tempos, o mundo presenciou inúmeros ataques de hackers a bancos, serviços de trem e até mesmo a hospitais. É preciso profissionais com habilidade de pensamento crítico que conheça a organização e proteja-a.

  • Os psicólogos nunca serão substituídos por máquinas. Essa atividade é altamente baseada na empatia, habilidade que máquinas não possuem.

  • Os chatsboots são rápidos e eficientes, mas nunca poderemos largar mão de um atendimento humano. Muitas vezes o cliente precisa de um humano para ser atendido e compreendido.

  • Apesar da inteligência artificial poder formar frases e até mesmo parágrafos com certo sentido, uma escrita não pode ser feita com seu primor sem uma mão humana.

Essas são algumas das carreiras que citei que não serão automatizadas. Existem diversas outras. Lembre-se, o ser humano é único, você é único 🙂

Habilidades do futuro: como desenvolvê-las?

Você está pronto para as novas demandas do mercado? Agora não importa apenas o que você sabe fazer, mas quão rápido você pode aprender algo novo.

É o que dizem as pesquisas da World Economic Forum, que levantou estudos entre milhares de gestores e lideranças sobre as habilidades que todos os profissionais devem se atentar a partir de agora.

Vamos conhecê-las?

Resolução de problemas complexos

O profissional do futuro precisa estar pronto para resolver problemas de diferentes níveis de complexidade em seu ambiente de trabalho.É necessário ter elasticidade mental para encarar problemas com os quais nunca se deparou antes. Além disso, é importante que ter autocontrole para não sucumbir às pressões e nervosismo excessivo durante esses momentos.

Pensamento crítico

De acordo com o relatório, também será muito importante ser um pensador crítico nos próximos anos, pois estas pessoas serão grandes questionadoras. Assim, tais profissionais usarão do raciocínio e da lógica para questionarem problemas. Serão, portanto, capazes de colocar os prós e contras na balança antes de chegarem a uma conclusão final.

Criatividade

Enquanto em 2015 as habilidades do futuro tinham no topo da lista negociação e flexibilidade, em 2020 ambas caíram. Isso porque as máquinas estão começando a se tornar eficientes para a tomada de decisões. Mas o que significa ser criativo? É a capacidade de conectar informações e, a partir disso, construir ideias inusitadas, apresentando algo novo.

Gestão de pessoas

Os funcionários são o ativo mais valioso de uma empresa, portanto, a capacidade de gerir pessoas não deve ser negligenciada. Mesmo que a inteligência artificial seja útil na automação, gerenciar equipes é algo que só humanos conseguem fazer. Além disso, é uma ferramenta que está diretamente conectada com a inteligência emocional. Afinal, para gerir pessoas é preciso desenvolver empatia, habilidades sociais e também ser capaz de reconhecer e controlar suas emoções.

Coordenação com os outros

Segundo o relatório do fórum econômico mundial, as organizações estão buscando cada vez mais profissionais com habilidades interpessoais. Isso é importante para que se crie um ambiente mais agradável entre os funcionários. Ao contar com profissionais que contribuem para um dia a dia colaborativo, as chances de seus funcionários produzirem mais e melhor são maiores.

Inteligência emocional

A inteligência emocional é uma habilidade que vem sido muito discutida nos últimos anos e não podemos negar a sua importância para o mercado de trabalho. Popularizada pelo psicólogo Daniel Goleman, possui cinco principais pilares. São eles: reconhecimento das emoções, controle das emoções, automotivação, empatia e habilidades interpessoais.

Julgamento e tomada de decisões

As empresas buscam pessoas que consigam analisar dados e buscar insights valiosos, conseguindo tomar decisões complexas e difíceis. Mais do que nunca, os profissionais devem utilizar o big data para tais decisões estratégicas.

Negociação

As empresas precisam de profissionais capazes de negociar, argumentar e persuadir, seja com os pares, chefes ou clientes. Essa habilidade interpessoal sempre foi e continua sendo importante para o sucesso de um negócio.

Flexibilidade cognitiva

A flexibilidade cognitiva está relacionada à capacidade de ampliar as maneiras de pensar, ou seja, enxergar diferentes possibilidades para resolver problemas e conflitos.

E por que isso é importante para o mercado de trabalho? Porque ao sair da sua caixinha você se torna uma pessoa mais propensa a realizar novas associações e enxergar novos padrões.

Trabalho freelancer, por que não?

Embora a modalidade freelancer exista desde sempre (em termos históricos, a novidade foram as leis trabalhistas, todas do século 20), só agora alguns tabus foram forçadamente revistos e deslancharam a opção no mercado. Impulsionados pela crise causada pela pandemia, onde muitos perderam seus empregos, o trabalho freelancer ganhou força e vem crescendo.

Com a pandemia e o isolamento social, dúvidas sobre home office e gestão à distância foram respondidas. O trabalho autônomo ganhou mais visibilidade, inclusive como opção de carreira.

E claro, que os trabalhos freelancers se tornaram mais do que uma alternativa cada vez mais procurada por profissionais que querem aumentar a renda, desfrutar de horários flexíveis ou desenvolver um plano B para a carreira – além, é claro, daqueles que são lançados à vida de autônomo não por escolha, mas por terem ficado desempregados.

E se você quer ser um trabalhador freelancer de sucesso, você terá que seguir algumas “regras” básicas para empreender como freela. Vamos lá?

Faça um planejamento estratégico

Olhe sua empresa de cima para conseguir estabelecer os setores, sua atividade e como você vai dar atenção a cada uma delas e quando vai fazer isso. É a maneira como você vai administrar, o que você vai buscar e quais serão suas regras. Com isso em mente (e no papel também) você visualiza o caminho que vai seguir. 

Rotina é essencial

É preciso estabelecer horários para trabalhar, claro que com uma flexibilidade bem maior. Você é o dono do seu tempo. Entender que a rotina vai dar a liberdade necessária para criar, inovar e, até mesmo, fazer outras atividades do seu interesse, é fundamental. Descubra em qual horário você produz mais e foque nele. 

 Tenha foco

Quando você direciona a sua energia e o seu intelecto para uma determinada área as chances de progredir são bem maiores. Uma dica interessante é, na hora de escolher uma área de atuação, focar e se especializar naquilo que você faz com maior desenvoltura. 

 Se informe. 

Antes de começar a trabalhar em qualquer área é preciso saber o que lhe espera. Você tem conhecimento daquilo que o mercado está precisando e que você está se propondo a ofertar?

Formalize-se

A formalização traz credibilidade. Um opção é optar pelo MEI (Microempreendedor Individual). Basta fazer um cadastro no Portal do Empreendedor do Governo Federal. Assim, você terá um CNPJ e poderá emitir nota fiscal do serviço prestado. Além disso, terá direito a benefícios previdenciários que, sem ser legalizado, não teria acesso.

 Conheça seu mercado

É fundamental estudar o mercado e ficar por dentro das necessidades do seu público-alvo. Afinal, é para ele que você vai vender o seu trabalho. Não adianta sair atirando para todos os lados, pois além de ser desgastante é ineficiente.

 Faça um planejamento financeiro

Ser o seu próprio chefe não significa que você irá ganhar dinheiro de forma instantânea. Prepare-se para os períodos de vacas magras. Como será o pagamento dos seus clientes? É preciso ter uma reserva financeira para auxiliar naqueles meses mais fraco. 

Algumas dicas práticas para você começar hoje mesmo a organizar o seu trabalho. 

 Faça uma lista das tarefas que você precisa realizar; 

  • Depois, dívida cada uma dessas atividades em pequenas partes; 
  • Por fim, inclua essas partes na sua semana até a finalização da tarefa; 
  • Estipular prazos para a execução de cada atividade também ajuda assim como acompanhar o desenvolvimento de cada pequena parte cumprida. 

Você sabe fazer networking?

 Se você respondeu sim, está de parabéns. Mas saiba que não são muitos os brasileiros que tem a resposta afirmativa. Segundo uma pesquisa realizada pelo IDCE – Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos – o bom relacionamento não é o forte dos brasileiros. 

 O estudo revela que a maioria das pessoas acredita que networking se define como uma boa rede de contatos, ou seja, conhecer várias pessoas e ser conhecido por elas. Mas, não é só isso. Uma boa e verdadeira rede de contatos só é válida quando as pessoas sabem o que você faz bem profissionalmente, e, o mais importante, influenciam em seu crescimento profissional.

 Listei alguns erros e acertos sobre o networking. Fique atento e reconheça os itens que você se identifica e comece a muda-los já. 

 ACERTOS: 

  • Está sempre circulando, seja em cursos, palestras, congressos. É importante frequentar ambientes que te levam ao crescimento profissional. É ali que você conhecerá outros profissionais que estão no mesmo caminho que você. 
  • Criar uma via de mão dupla. Assim como você precisa de contatos é também preciso ser o contato de alguém. Seja solicito e esteja sempre presente quando necessário. Ajudar alguém quando for solicitado é primordial. Lembre-se que o mercado é pequeno. Além disso, se encontrar com as pessoal relevantes na sua lista é importante, seja presencialmente ou via internet. 
  • Seja reconhecido na empresa. Como? Seja comunicativo e prestativo. Ajude o colega mesmo que ele for de outra área. Ser lembrado pelas boas  atitudes é uma virtude.
  • Comunique suas mudanças profissionais, principalmente através das suas redes de contato digital. É dessa maneira que dará a chance dos outros perceberem seu crescimento, produtividade e que encara nos desafios. 
  • Seja estruturado. Trilhe um caminho para sua carreira e empresa e trace sempre os caminhos que te levarão ao seu objetivo final. Tenho certeza que o networking abre muita portas. 

 ERROS: 

Ser conhecido não é ter networking – ele só vale quando as pessoas sabem no que você é bom profissionalmente; 

  • Usá-lo apenas quando precisa. O mercado muda muito rápido e é sempre bom manter-se por ali, sendo visto e lembrado, sempre deixando em evidência o que anda fazendo naquele momento da carreira;  
  • Ter contato apenas com profissionais da sua área. Conhecer pessoas de diversos segmentos e com mais experiência que você, ampliará o seu alcance e quanto mais relevância ter esse profissional mais provável que ele te indique ou contrate; 
  • Depender apenas de networking. Para ter um bom relacionamento é precisa sempre manter-se atualizado – o conhecimento técnico é importantíssimo. O mercado vai afunilando à medida em que crescemos profissionalmente e ter uma rede conectada é primordial.