O que é ser líder?

A pandemia trouxe novos modelos de trabalho e também exigiu um novo perfil de liderança. As empresas se depararam com novos desafios, hábitos e forma de gerir a equipe e consequentemente novos resultados.

O que antes era comum e certo na hora de liderar, hoje não é mais.

Mas, Karla, o que de fato mudou?

Vou listar pra vocês e quero que prestem atenção:

– Liderar não é mais apenas para o chefe. Aquele que comenda uma equipe e ocupa o cargo de gestão. Cada colaborador precisa liderar o seu trabalho. Como dizia Donald H. McGannon, um dos grandes executivos e líderes da TV americana: “Liderança é ação, e não posição”;

– “Aquele nasceu para ser líder” – esqueça essa afirmação. Não existe alguém com talento para liderança, existe aquele que tem competência, habilidade e mentalidade para liderar! Todas ações que são treinadas;

– Liderar é inspirar e não mandar. Os colaboradores precisam admirar seu líder e querer segui-lo;

– Ser líder não é nunca errar! Ser líder é ter soluções, fazer mudanças no meio do caminho e reconhecer os fracassos. Afinal, todos erramos e podemos consertar;

Vamos agora falar das competências que esse novo líder precisa ter?

  • Mindset e Execução Ágil – Pensar e agir sem perder tempo!
  • Gestão do Stress – Seu e da Equipe.
  • Gestão de crises – a cada dia é mais necessário saber liderar sob pressão.
  • Criatividade e Improviso – novas perguntas pedem novas respostas!
  • Gestor do clima e cultura – cuidar da “casa” empresarial para que todos trabalhem num bom ambiente.
  • Flexibilidade Cognitiva – aprender e desaprender constantemente.
  • Comunicação assertiva e empática – saber o que e como falar.
  • Líder coach – desenvolver sua equipe e estimular o pensamento e a ação.
  • Negociação e Resolução de Problemas complexos.
  • Embaixador da Marca Empregadora – é mais do que vestir a camisa, é defender a causa!

O que é ter sucesso profissional?

Num mercado cada vez mais concorrido, novas tecnologias e funções, múltiplas demandas, as empresas e os profissionais se reinventam para ter sucesso. Mas é ai que surge uma dúvida: “hoje, o que é ter sucesso profissional?”.

A resposta pode variar de acordo com a idade dos profissionais. Lendo algumas pesquisas, descobri que:

  • Ganhar bem não é a principal prioridade dos jovens quando eles pensam sobre os desejos que têm sobre sua vida profissional. Segundo pesquisa sobre os planos futuros de pessoas na faixa etária de 18 a 24 anos, uma boa remuneração é a 4ª na lista de prioridades – atrás de trabalhar com o que se gosta, ter equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e ser reconhecido pelo que faz;

  • Uma pesquisa realizada com 1.058 participantes (53% acima de 35 anos e 59% com nível superior) pela Pactive Consultoria, constatou que 89%, independente da faixa etária e nível de escolaridade, acreditam na frase “você pode obter sucesso profissional em qualquer área, basta esforço”.

Agora respondendo à pergunta:

O sucesso profissional é um conceito subjetivo. Reconhecimento no mercado, conforto financeiro, carro da empresa, viagens internacionais, “virar chefe”, ter o próprio negócio ou alcançar um cargo no alto escalão da empresa podem ser a medida do sucesso para algumas pessoas. Para outras, a ideia de sucesso profissional está ligada a ter mais tempo para a família, ter desafios intelectuais, ou até trabalhar menos. Independentemente do que você considera sucesso profissional, existem atitudes que podem ajudá-lo a trilhar o caminho para atingir e manter seus objetivos de carreira.

Algumas dica são primordiais para chegar lá no seu sucesso:

1. Autoconhecimento

Saiba quais são seus pontos fortes e que aspectos você precisa melhorar, tanto no âmbito profissional como no pessoal. Assim, você pode tirar partido de suas qualidades e ter uma visão clara do que precisa desenvolver ao longo da carreira

2. Objetivos Profissionais

Saber aonde você quer chegar é fundamental para alcançar o sucesso profissional. Defina metas de curto, médio e longo prazo e trabalhe para alcançá-las. Revise seus objetivos e metas periodicamente, corrija o rumo se for preciso.

 3. Desenvolvimento Contínuo

Um profissional de sucesso está em constante desenvolvimento. Não pare de estudar, faça cursos relacionados aos seus objetivos profissionais e aproveite as oportunidades de treinamento oferecidas pela empresa. Seu desenvolvimento deve ser uma combinação de competências técnicas (na sua área de interesse) e comportamentais (negociação, liderança, gestão do tempo, resolução de conflitos etc.).

 4. Comprometimento

Comprometimento significa dedicação e responsabilidade. Mantenha o foco na satisfação do cliente, na qualidade do seu serviço, no cumprimento das regras da empresa, na organização do seu espaço de trabalho e no respeito aos prazos estabelecidos.

5. Colaboração

O profissional que “esconde o jogo”, sonega informações e quer brilhar sozinho está em baixa no mercado. Por outro lado, pessoas que compartilham ideias e conhecimentos, contribuem para aprimorar processos e sabem trabalhar em equipe são cada vez mais valorizados.

6. Resiliência

A resiliência é a capacidade de superar obstáculos, resistir à pressão ou lidar com momentos de estresse sem se desequilibrar emocionalmente ou desanimar. Nas empresas, profissionais resilientes, que conseguem atravessar adversidades de forma madura e tranquila, são cada vez mais valorizados.

7. Confiança

A confiança em si mesmo não significa arrogância. Trata-se de ter clareza sobre suas capacidades, estar comprometido com seus objetivos, ter convicção de seus valores e segurança ao expor ideias e realizar uma atividade. A confiança é fundamental para sair da zona de conforto, inovar e assumir riscos calculados, características importantes e valorizadas pelo mercado.

 8. Persistência

Uma trajetória de sucesso quase sempre inclui momentos de fracasso. Basta olhar para a história de grandes líderes da humanidade, inventores e artistas para perceber que muitos deles foram desacreditados, receberam críticas severas, ou erraram repetidas vezes até acertarem. Um profissional de sucesso sabe aprender com seus erros e não desistir facilmente dos seus objetivos.

 9. Networking

Ter uma rede de contatos e alimentar esses relacionamentos contribui para a troca de conhecimentos, experiências, apoio e, porque não, indicações. É importante frequentar eventos de sua área de interesse e almoçar com seus colegas, mas também não esqueça de cultivar relacionamentos em outras esferas.

10. Ética

Postura ética e sucesso andam de mãos dadas. Um profissional ético respeita os limites de sua função, zela pelo patrimônio da organização, segue regras de conduta e contribui para o bom rendimento da equipe e da empresa, mantendo assim relações de qualidade com seus colegas e a confiança dos líderes.

Como desenvolver resiliência

Bom, vou começar explicando o que é resiliência. Resiliência é um substantivo feminino que em sua forma física significapropriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica.

No sentido figurado, que é o que nos interessa, é a capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.

Vamos lá. É possível desenvolver resiliência?

Todo mundo quer que sua vida profissional seja tranquila. Queremos ter sucesso, felicidade e segurança. No entanto, não sabemos o que vai acontecer conosco amanhã, ou depois, ou mesmo agora. Obstáculos podem aparecer a qualquer momento. Mas tenho uma boa notícia, os seres humanos são adaptáveis. Sempre!

Quando não é possível controlar contratempos e decepções na carreira, você sempre tem o poder de escolher como responder a eles, simplesmente olhando por outro lado, por outra perspectiva. Uma das melhores ferramentas mentais à nossa disposição é a capacidade de transformar os olhares sobre as situações e pessoas e tomar atitudes que podem mudar nossa Vicência.

É ciência básica. O hábito de ampliar sua perspectiva regularmente tem efeitos cumulativos que ampliam sua zona de resiliência e desenvolvem a memória muscular para diminuir as decepções profissionais. Existem estudos sobre isso!

Os cientistas descobriram que expandir sua mente para assimilar o máximo de informações possível amplia seu leque de opções e possibilidades e cultiva clareza, criatividade e potencial para o sucesso na profissão. Por exemplo, uma série de estudos descobriu que as autoafirmações funcionam como “expansores cognitivos”, fornecendo uma visão mais ampla e difundindo a ideia de ameaças próprias. A prática regular de meditação também ajuda.

Vou dividir com vocês algumas dicas para desenvolver a resiliência. Anotem:

  • Substitua a autocrítica –que tira seu poder– pela autocompaixão –que fortalece sua resiliência e seu sucesso;
  • Use autoafirmações para cultivar um relacionamento distante com seu autojulgamento e observe a si mesmo de uma forma mais ampla;
  • Pense nas soluções ao invés de focar nos problemas;
  • Imagine sua carreira como uma aventura, que, eventualmente, tem desafios para resolver;

  • Concentre-se no lado positivo de uma situação de trabalho negativa;

  • Identifique uma oportunidade ao se deparar com uma dificuldade em sua carreira;

  • Gaste o tempo curtindo o presente tanto quanto se preocupa com o futuro ou lamenta o passado;

  • Tenha pausas durante os seus prazos;

  • Tire folgas para cuidar da saúde e não só quando ficar doente;

E ai, vamos começar a tarefa?

Competências do profissional do futuro

O mercado está em constante evolução e, para conquistar as melhores oportunidades, é indispensável saber quais são as características exigidas de um profissional do futuro.

Tenha flexibilidade

Esqueça aquela forma de trabalhar do passado em que a pessoa iniciava a carreira em uma função e passava vários anos fazendo a mesma coisa. O profissional do futuro deve estar pronto para aceitar desafios, seja em assumir um cargo diferente na empresa em que trabalha, seja se aventurando em um nicho que é tendência do mercado.

A flexibilidade também é essencial para aceitar diferentes pontos de vista e, desse modo, obter bons resultados no trabalho em equipe.

Seja criativo

Não tenha medo de ousar e de expor suas ideias, porque as empresas esperam que seus colaboradores possam apresentar soluções diferenciadas e inovar. Sabe aquela expressão “pensar fora da caixa”? Então, é justamente isso o que o profissional deve fazer: usar a criatividade para modificar processos, produtos ou serviços e, assim, fazer a empresa sair na frente da concorrência.

Domine a tecnologia

Estamos na era digital, por isso é inaceitável que um profissional não domine ou não se mostre aberto para aprender as tecnologias da sua área. Muita gente acredita que isso é apenas uma exigência para quem é do ramo de TI, mas quem continuar com esse pensamento vai ficar para trás.

O profissional do futuro acompanha o dinamismo do mercado e está de olho nas inovações do seu segmento. Dessa forma, ele deve buscar meios de aprender a lidar com esses recursos para se diferenciar no mercado de trabalho.

Demonstre proatividade

As empresas enfrentam uma alta competitividade, sendo assim, esperam que seu time possa antever os problemas e buscar soluções antes que eles causem algum tipo de prejuízo.

Lidere!

Ser um bom líder é ter a capacidade de motivar equipes e de desempenhar um bom trabalho, extraindo o melhor de cada colaborador. O profissional do futuro que desenvolve essa competência é bem-visto pelos gestores e pode ocupar cargos mais altos e com melhores salários.

Comunique-se bem

Independentemente da sua área de atuação, você só vai se sair bem caso desenvolva a competência de se comunicar bem com os colegas, superiores e diferentes públicos.

É fundamental transmitir uma mensagem com clareza em uma conversa informal, ao apresentar sua ideia em uma reunião ou até mesmo para falar ao telefone ou redigir um e-mail. Uma boa comunicação envolve também saber a hora certa de ouvir o outro.

A importância da comunicação dentro do ambiente corporativo

Quem nunca ouviu a famosa frase do apresentador de TV Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”? Pois, é. A frase que viralizou na voz do apresentador, é uma lição para as empresas.

Em tempo de informação em real time e a um clique de acesso, a comunicação – ou melhor, a falta dela – continua sendo um problema em muitas corporações.

Transmitir as informações de forma correta e eficaz para todos envolvidos na empresa é, resumidamente, uma boa comunicação. Mas não é apenas isso.

É preciso que haja agilidade, precisão, interação, engajamento e transparência. E é preciso que existam essas características para todos os envolvidos. Desde o emissor da mensagem até o seu receptor final.

Vale lembrar que a boa comunicação no ambiente corporativo é bastante dinâmica. Ela não é realizada apenas por meio de conversas, formais e informais, telefonemas e reuniões. Ela está presente desde a pausa do café até a emissão de documentos importantes. Além disso, há também a utilização de ferramentas de comunicação escrita – como e-mail, memorandos e circulares, por exemplo – que fazem parte do dia a dia de qualquer organização atualmente.

Que tal algumas dicas para você começar agora a melhorar a comunicação na sua empresa?

1 – O responsável pelos processos de comunicação precisa conhecer profundamente não apenas as atividades, produtos e serviços da empresa. É preciso estar alinhado à estratégica da companhia em cada material produzido;

2 – Seja fiel aos canais internos de comunicação. Seja um boletim digital enviado por e-mail, um jornal mural ou um podcast, não importa. É preciso que a frequência seja respeitada;

3 – Não é porque se trata de uma comunicação empresarial que ela precisa ser chata. Faça desse canal um ponto de encontro prazeroso entre empresa e colaborador. É possível transmitir a informação de uma forma simples e interessante sem perder a profundidade;

4 – Inove o tempo todo. Crie novas mídias, mude a forma, tenha bom-senso, mas não deixe de ousar sempre;

5 – Provoque a interação entre o seu público e o meio. As pessoas gostam de se ver. Faça comunicações vivas, com fotos atuais das pessoas;

6 – Esqueça banco de imagem. Essa prática afasta os colaboradores das comunicações pois eles não se sentem representados. A equipe precisa se ver em todos os materiais;

7 – Não tenha medo de perguntar o que você não entendeu! Se você não entendeu, imagine o colaborador. Coloque-se no papel de “tradutor”. A comunicação não aceita nada além da clareza e da objetividade. Para ser simples e direto, é preciso ter informações e entendimento verdadeiro do cenário.

8 – Como eu contaria isto para a minha mãe? Faça esse exercício sempre que tiver algo complexo para comunicar. Tente explicar de um jeito que sua mãe entenderia;

9 – Evite o uso de palavras complicadas, siglas ou expressões que não são comuns para todos. Se for muito prolixo, você perde a conexão com seu público;

10 – Valorize seu trabalho e ele será mais valorizado pelo grupo. Lembre-se de que os maiores problemas das empresas estão relacionados à falta de comunicação. A solução está em suas mãos… Faça acontecer!

Manual prático para sua entrevista de emprego

Se você quer impressionar na entrevista de emprego e conseguir uma recolocação no mercado de trabalho, o primeiro passo é ter uma currículo impecável. Muitas vezes, uma carta de apresentação também pode auxiliar no destaque de suas qualidades.

No entanto, o currículo é apenas o primeiro passo na sua caminhada até chegar no seu destino final, a conquista da vaga.

Por isso, resolvi criar um manual prático de uma entrevista de emprego. Nas próximas linhas você terá acesso as dicas elaboradas por mim.

Acompanhe!

Como se preparar para uma entrevista?

Se seu currículo está devidamente atualizado (você pode conferir minha dica de como fazê-lo da melhor forma no link – https://karlaclarinda.ovale.com.br/2020/08/23/10-dicas-para-um-curriculo-perfeito/), sabe também que possui os conhecimentos e as habilidades necessárias para preencher a vaga.

Certo?

Agora é hora de saber como será a entrevista. Muitas empresas estão realizando seu recrutamento de forma on-line. E ai mora um perigo muito grande. É preciso se atentar para algumas situações.

Como se comportar em uma entrevista de emprego?

Essa é uma das perguntas mais frequentes que candidatos fazem após preencher o seu

currículo. Porém, o fato é que não há grandes mistérios. O comportamento adequado de quem vai ser submetido a uma entrevista de emprego é naturalidade e calma.

É importante que o candidato já se prepare para a entrevista de emprego com a devida antecedência, sem deixar tudo para a última hora. Treine a sua dicção, escolha a roupa adequada e atualize o seu currículo bem antes da entrevista. Além do mais, é importante ser pontual e, claro, conhecer a empresa e a vaga.

É essencial que você saiba em qual terreno está pisando. Por isso, para saber mais a

respeito da empresa, busque informações no site e redes sociais, pesquise as principais características dela, tudo isso dias (ou semanas) antes da entrevista.

Fique esperto também quanto à vaga que você disputa. Saiba detalhadamente os

conhecimentos que ela exige. Isso vai auxiliar você a se sair bem diante de

questionamentos sobre a sua função.

Entrevista online

As entrevistas online podem ocorrer por meio de ferramentas como o Skype, o Zoom Meeting e o Google Meet, só para citar algumas. Ainda que em uma entrevista online você não divida a mesma sala com a pessoa que está recrutando, é importante não deixar de lado alguns detalhes básicos que dizem muito sobreo seu perfil.

Contudo, é necessário manter o cuidado com a aparência e falar claramente, por exemplo.

  • Escolha o local adequado: é importante estar em um lugar bem iluminado e que sofra o mínimo de interferência de ruídos externos, tais como carros buzinando, cães latindo e conversas de pessoas. Além disso, o cenário deve ser neutro, sem distrações como TVs, telefone celular e pessoas circulando no local.
  • Atenção ao seu visual: não há necessidade de colocar a sua melhor roupa, mas evite aparecer de pijamas, por exemplo, com cabelo desarrumado e expressão sonolenta. Mantenha a mesma postura profissional que você teria em uma entrevista presencial.
  • Avalie sua conexão: Antes da entrevista é importante testar a conexão da internet para evitar problemas. Uma dica, nesse caso, é conectar o cabo de internet do seu computador diretamente no modem.

Esteja pronto para as perguntas tradicionais

“Por que você quer trabalhar aqui?”

Relacione o seu desejo à história da empresa. “Porque quero fazer parte de uma organização que vem crescendo 15% ao ano”;

“Por que devemos contratar você?”

Responda com um exemplo relacionado ao cargo: “Porque, exercendo atividades similares, consegui resultados expressivos na minha carreira, como…”.

“Onde você se vê daqui a cinco anos?”

Essa pergunta serve para o recrutador entender se você tem um projeto de carreira que sirva para a companhia. Dizer que você pretende ser gerente não diz nada. Aprofunde sua resposta. Por exemplo: “Quero ter juntado experiência o bastante para liderar um projeto”.

Qual é o seu maior defeito?”

Nada daquele papo-furado de “sou perfeccionista demais”. Citar virtude como defeito é tiro no pé. Mencione uma deficiência e acrescente o que está fazendo para superá-la Por exemplo: “Tenho dificuldade em falar em público, mas estou fazendo um curso para resolver essa questão”.

Saiba como colocar palavras chaves na hora de redigir o seu currículo

A primeira impressão é o que fica. E a frase vale também para o seu currículo, sabia? Em um mercado trabalho cada vez mais competitivo, os recrutadores são as primeiras pessoas que devemos impressionar.E a linguagem e o conteúdo do seu CV são fundamentais, e, definitivamente, se não souber escrevê-lo de forma atrativa, ele poderá limitar você de conseguir o emprego tão sonhado.

Preencher seu currículo com palavras ultrapassadas, linguagem pobre e/ou apelativa, pode impactar negativamente as suas chances de emplacar um entrevista de seleção.

Vamos lá. Separei algumas palavras que definitivamente devem passar longe do seu currículo. Anota ai:

– Desempregado: as datas das suas experiências profissionais já deixam claro se você está empregado ou não – você não precisa destacar isso, certo?

Trabalhador e/ou pontual: um recrutador já espera, no mínimo, eu seu candidato seja um profissional pontual que cumpra sua jornada de trabalho. Então, você não precisa necessariamente usar esses adjetivos como características únicas e inovadoras.

– Digitação e pacote office: essas não são habilidades estratégicas. Emprenhe-se em destacar suas habilidades diferenciadas. Algo que realmente mereça atenção.

 – Objetivo profissional: as suas experiências são consistentes? Então é provável que você não precise especificar o seu objetivo profissional.  Além disso, se você for enviar o seu currículo junto com uma carta de apresentação falando sobre o seu objetivo, já é mais do que suficiente para abordar o assunto.

– Eu, ela, ele: falar na primeira ou terceira pessoa soa estranho e pode dar a impressão de que alguém escreveu o seu currículo para você. Por exemplo, o correto seria “4 anos de experiência em liderança” e não “eu liderei um time por 4 anos” ou “João liderou um time”. Esse detalhe pode parecer irrelevante, mas ele faz toda a diferença na hora da leitura dinâmica.

– Expert ou especialista: são palavras que não devem ser usadas, a não ser que você realmente seja um expert ou especialista de área. Se for esse o seu caso, esteja preparado para ser abordado com perguntas mais complexas nas entrevistas de emprego.

Dica de ouro da Karla:

O VAGAS.com tem uma página recheada de palavras chaves para você deixar seu currículo e LinkedIn a ponto de bala! Deixo aqui o caminho para você buscar palavras chaves para elaborar um ótimo currículo: https://www.vagas.com.br/mapa-de-carreiras/

Dica Bônus

A maioria das pessoas foca demais nas funções para garantir que as palavras-chave estejam no currículo, que acaba falhando ao divulgar suas melhores habilidades e conquistas de carreira. A solução efetiva a se fazer é separar as habilidades por seção e focar na sua experiência profissional com base em resultados, grandes contribuições e projetos-chave nos quais você trabalhou em várias empresas.

Você sabe o que é staff loan: empréstimo de mão de obra técnica?

Hoje vou falar sobre um assunto ainda pouco disseminado pelo mercado. Muitos nunca nem ouviram falar, o Staff Loan: empréstimo de mão de obra técnica.

Karla, o que é isso? Vou explicar!

Staff Loan é um novo conceito de trabalho temporário, em que as empresas fazem o empréstimo de profissionais de outras organizações, conforme a necessidade. Podemos dizer que o staff loan está para o mundo corporativo como o trabalho em rede distribuída está para os empreendedores e autônomos.

Atualmente é mais comum vermos o método sendo aplicado quando a organização está trabalhando em um projeto com uma demanda bastante específica. Mas a tendência é que isso se aplique cada vez mais em todas as áreas das organizações.

Afinal, o que é staff loan? – é uma técnica de recrutamento temporário e especializado, em que empresas que têm o quadro de colaboradores experientes e altamente qualificados emprestam esses profissionais para fornecer a outras organizações mão de obra para demandas como:

  • auditoria interna e compliance;
  • cobertura de férias, licença de saúde ou de maternidade;
  • conciliação e cadastro;
  • novas atividades, entre outros desafios profissionais.

Os benefícios:

A experiência é bastante positiva para engrossar o currículo, adquirindo experiência e aumentando o networking. Nesse sentido, o staff loan contribui exatamente para que os profissionais possam ter mais experiência, expandir sua rede de contatos e ter mais motivação para trabalhar.

Os benefícios são uma via de mão dupla: as empresas também ganham com isso da seguinte forma:

  • aumentando a mão de obra qualificada;
  • garantindo contratações e substituições no quadro de colaboradores com mais agilidade e menos burocracia;
  • otimizando recursos financeiros e de tempo com a administração dos profissionais;
  • reduzindo os riscos de sofrer algum passivo trabalhista, afinal, a legislação para contratação temporária é relativamente nova e pode trazer várias dúvidas para os gestores.

O principal objetivo do staff loan é gerar valor aos processos organizacionais, com talentos experientes e altamente qualificados. Somos todos valiosos e merecemos ser recompensados por isso. Abrace essa ideia!

Empatia no ambiente de trabalho: você tem?

Você sabe o que é empatia? Muito se fala sobre essa habilidade comportamental, mas muitas pessoas não sabem o que, de fato, ela representa e como ela é importante no ambiente de trabalho.

Afinal, o que é? É bem simples. Podemos definir empatia como a habilidade de compreender outras pessoas. Uma pessoa empática consegue lidar melhor em qualquer situação, porque tem a capacidade de se colocar no lugar do outro e entender o seu ponto de vista, mesmo que não concorde com ele.

No meio corporativo, exercer a empatia é uma forma de lidar com colaboradores e superiores tendo uma conexão verdadeira e eliminando conflitos. Ao contrário do que muitos pensam, a empatia não tem nada a ver com a servidão, com a falta de opinião ou controle sobre situações.

Ser empático não significa concordar com tudo, aceitar tudo e ser refém de outras pessoas. Uma pessoa empática consegue entender e respeitar os pontos de vista dos outros para expor as suas opiniões.

No ambiente de trabalho, estamos lidando com pessoas com as quais não convivemos o tempo todo e que, na maioria das vezes, não temos e nem criaremos nenhum laço afetivo, porém isso não diminui a importância destas pessoas em nossas vidas.

“A empatia no meio corporativo é essencial para relações de trabalho saudáveis e a possibilidade de melhores resultados para uma empresa”.

O autor Daniel Goleman (principal referência sobre Inteligência Emocional) identificou três tipos distintos de empatia e que valem a pena você conhecer:

Empatia Cognitiva: habilidade de entender o ponto de vista da outra pessoa.

Empatia Emocional: habilidade de sentir o que o outro sente.

Preocupação Empática: capacidade de sentir o que o outro precisa de você.

O que significa? A empatia emocional e a preocupação empática dependem de conexão emocional. Por isso, demandam um exercício contínuo para serem aplicadas na prática. Já a empatia cognitiva é uma habilidade básica que, com um pouco de reflexão e abertura, pode ser incorporada ao dia a dia de qualquer profissional.

Como ser uma pessoa empática?

Uma pessoa empática geralmente possui algumas características que permitem o desenvolvimento dessa habilidade, como por exemplo:

  • Tem vontade de ajudar os outros;
  • É bastante carinhosa e sensível com outras pessoas;
  • Buscar respeitar outros pontos de vista;
  • Não costuma julgar outras pessoas.

Se reconheceu em alguma dessas características? Lembre-se: A empatia é uma habilidade comportamental que pode ser desenvolvida. Bora praticar?

Feliz dia da mulher maravilhosa que você é

Você sabe qual o seu poder? Hoje, no Dia da Mulher, vamos falar sobre a história da Mulher Maravilha, e como a heroína foi criada. Mas, calma! Você não precisa ser a mulher maravilha para ser heroína também.

Já pensou se existisse uma mulher empoderada, feminina, alegre, poderosa e capaz de relevar a verdade, ser atenciosa, carinhosa e dedicada e com super poderes? Ela existe. É a Mulher Maravilha, que foi criada por Willian Marston em 1928. Um doutor em psicologia pela universidade de Harvard, que pensou em uma mulher com todos os perfis comportamentais.

Para criar a personagem, Willian observou de perto as mulheres e a capacidade que elas têm de administrar as coisas do dia-a-dia e ainda serem charmosas e femininas. Na opinião de Willian Marston, o mundo poderia ser melhor se liderado pelas mulheres.

Na ficção a Mulher Maravilha dá conta de tudo, mas na vida real, todos nós sabemos que não é bem assim, não é mesmo? Está na hora de ressignificar a mulher maravilha para vivermos com os padrões que cabem em cada uma de nós e escrevermos uma história para as mulheres maravilhas que somos.

Nós, mulheres, temos o hábito de acumular funções, seja em casa ou no trabalho. Para comprovar isso, eu sempre ouço: “estou cansada”, “não dou conta de tantas coisas”, “meu dia não rende o suficiente”, “estou sempre ansiosa”.

Saímos do ambiente doméstico e caminhamos para o mundo dos negócios, mas ainda continuamos com a obrigação das tarefas “femininas”. Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), as mulheres trabalham semanalmente 7,5 horas a mais do que os homens, incluindo as tarefas domésticas.

Além desse cenário, temos uma imagem de super-heroínas atribuída a nós (não no bom sentido) e, por isso, podemos dar conta de tudo. Acrescentamos a esta equação o fato de que tendemos a nos cobrar e nos comparar umas com as outras o tempo inteiro, o que gera mais ansiedade, mais culpa, mais estresse, e o círculo está formado.

É nesse momento que coloco para você uma provocação: está na hora de ressignificar a sua mulher maravilha. Você não precisa negar ou aposentar a Mulher Maravilha que lhe habita. Ela pode continuar com você desde que assuma um novo papel. Dessa vez de parceira que te fortalece. Reencontre sua força interna para que seus “super poderes” possam fazer real efeito em tudo que você queira realizar.

Ser Mulher Maravilha é ser capaz de reconhecer que nem sempre você dará conta de tudo e está tudo bem. É aceitar que somos mulheres fortes sim, mas não precisamos ser sempre o ponto de apoio da família, do marido, do filho. Nós também precisamos de colo e podemos ser salvas pelo herói. Podemos sim fazer escolhas, e temos que aceitar que em muitos momentos o melhor a fazer é se reconhecer humana e imperfeita, se acolher com carinho e zelar pela sua saúde.

Então, se você acredita em você, seja a sua mulher maravilha. Sem padrões impostos, apenas assuma aqueles que lhe cabem. Mulheres, nós temos a força e podemos fazer e ser o que quisermos.

Feliz Dia das Mulheres!