Como a integração entre times é importante para um trabalho mais produtivo

A união faz a força. O ditado já é velho, mas faz todo o sentido. A importância da integração entre setores e a comunicação entre times é fundamental para a fluidez do trabalho, o atingimento de metas da própria equipe e também dos resultados da empresa como um todo. Por outro lado, a falta dela traz problemas internos gerados pela falta de alinhamento, e consequências graves que podem afetar até os resultados financeiros da empresa.

Quando negócios possuem um alto nível de colaboração, a resolução de problemas passa a ser mais ágil e a companhia terá índices de inovação maiores. Dessa forma, os serviços do empreendimento terão um alto nível de qualidade e performance.

Mas, afinal, como garantir que todos os times trabalhem lado a lado no dia a dia? Quais são as melhores estratégias para promover um alto nível de colaboração no ambiente corporativo?

Mantenha uma política de comunicação eficaz

A comunicação é um dos pontos-chaves para que a empresa consiga manter times integrados. É por meio dela que profissionais trocam dados, evitam conflitos e garantem que o fluxo de trabalho seja mais ágil e seguro. Portanto, faça investimentos em soluções de comunicação corporativa que vão além de serviços de e-mail.

Defina metas em conjunto

A definição de metas faz parte do dia a dia de qualquer empresa. Quando negócios possuem objetivos claros conhecidos por todos, o planejamento de processos pode ser mais eficaz: todos os profissionais conseguirão preparar-se para atingir objetivos em comum, evitando erros, atrasos e falhas no fluxo da companhia.

TI bem estruturada

Quando o negócio possui uma infraestrutura de TI mal alinhada com as suas metas e objetivos de médio e longo prazo, o compartilhamento de dados e o trabalho de todas as áreas torna-se mais complicado. Portanto, é fundamental que todos os setores possuam soluções que “conversem entre si” e um conjunto de ferramentas unificado. Compartilhando informações de forma simples e dinâmica, os profissionais de todas as áreas poderão desenvolver processos com uma estrutura compartilhada, alta colaboração e performance.

Integração entre equipe e um projeto A promoção da integração de times pode ocorrer também durante projetos internos e nas atividades diárias do negócio. Trabalhar para criar equipes que envolvam várias áreas em um mesmo grupo pode ter um grande impacto nos resultados do projeto: não só os profissionais trabalharão em um ambiente mais fácil de unificar estratégias, mas também será mais prático encontrar soluções inovadoras para as demandas do mercado.

Home office: como ter uma rotina saudável trabalhando em casa

Dentre as mudanças no mercado de trabalho causadas pela quarentena, o home office foi a mais significativa. Entretanto, apesar de popularizado durante a pandemia, ele tem sido uma realidade comum para mais de 4,5 milhões de brasileiros que, segundo a revista Superinteressante, já exerciam suas atividades profissionais em casa antes de tudo isso acontecer.

O home office é uma tendência que veio para ficar e, com as consequências da pandemia do novo coronavírus, provavelmente vai crescer ainda mais, a nível mundial, no mercado de trabalho.

E para muitos a mudança repentina no modo de trabalho pode causar muito mais do que estranhamento, mas também uma falta de controle em horários, alimentação. Afinal, é você quem dita as regras agora. E ai vem a pergunta: como ter uma rotina saudável trabalhando em casa?

Segue algumas dicas que separei para vocês:

Nada de pijama! A vontade de ficar confortável em casa é imensa, mas isso pode fazer com que você se sinta mais relaxado durante o dia de trabalho do que pretendia. Então se vista como se fosse sair para trabalhar e encarne o espírito de escritório.

Tenha o seu espaço de trabalho: escolha um local – de preferência não a sua cama e nem o sofá da sala – onde você fará todo o seu trabalho. Um espaço delimitado já ajuda a criar uma rotina e os limites necessários. Decore com imagens e cores inspiradoras ou calmantes que ajudarão você a se concentrar.

Mantenha sua rotina mesmo em casa: organize sua rotina para que você não fique apenas em casa o dia todo, todos os dias. Sair para caminhar, fazer tarefas na rua e até tomar um café pode ajudar você a ter novas perspectivas até mesmo sobre o trabalho. Lembre-se que parte do trabalho remoto é a flexibilidade.

Atenção as distrações digitais: “Ah, vou tirar apenas dois minutos para olhar o Instagram e voltar ao trabalho”, você pode dizer. Mas dois minutos podem se transformar em 20 e, segundo estudos, pode levar cerca de 25 minutos para voltar ao foco novamente.

Otimizar é a palavra de ordem! Se você sabe que é mais focado no início da tarde, trabalhe em torno disso e organize sua programação de acordo. Deixe as tarefas que precisam de mais concentração para os horários que você sabe que vai ter melhor desempenho.

Se alimente bem! Comer em casa é uma das vantagens do trabalho remoto, mas, é bem comum que com o passar dos dias você tenha preguiça de cozinhar e vai acabar comendo qualquer fast food na frente do computador, pensando em otimizar o tempo. Não faça isso. Aproveite esse grande benefício e capriche nas refeições, inclusive formatando pausas para o intervalo. Tenha horários definidos: trabalhar em casa pode ser um pulo para se tornar um workaholic. Geralmente as empresas utilizam aplicativos que monitoram o tempo de trabalho dos funcionários, mas faça um esforço para trabalhar apenas o horário determinado, de forma bem focada. E depois disso, fique off-line e desative até mesmo as notificações de trabalho.

Quais são as carreiras que nunca serão automatizadas?

Da mesma forma que a revolução industrial modificou o jeito de trabalhar das pessoas, os atuais desenvolvimentos tecnológicos estão transformando diversas áreas de atuação. Já existem, por exemplo, supermercados que dispensam atendentes humanos. Nem todos os serviços, no entanto, estão à mercê da revolução das máquinas.

Vale lembrar que máquinas não possuem criatividade, habilidades interpessoais e não são programadas para “pensar fora da caixa”. Logo, existem algumas profissões e atuações que não podem deixar de contar com o auxílio das mãos humanas.

Sabe quais são?

  • Profissionais criativos (como web designer, desenvolvedores de games, por exemplo). A imaginação e pensar fora da caixa são características exclusivamente de humanos.
  • As máquinas não se constroem sozinhas. Embora máquinas possam construir outras máquinas ou repará-las, é preciso que haja um elemento humano nesta equação. Por conta deste fato, até bastante óbvio, engenheiros mecânicos possivelmente jamais deixarão de ser solicitados.

  • Os experts em cibersegurança terão emprego garantido por muito tempo. Nos últimos tempos, o mundo presenciou inúmeros ataques de hackers a bancos, serviços de trem e até mesmo a hospitais. É preciso profissionais com habilidade de pensamento crítico que conheça a organização e proteja-a.

  • Os psicólogos nunca serão substituídos por máquinas. Essa atividade é altamente baseada na empatia, habilidade que máquinas não possuem.

  • Os chatsboots são rápidos e eficientes, mas nunca poderemos largar mão de um atendimento humano. Muitas vezes o cliente precisa de um humano para ser atendido e compreendido.

  • Apesar da inteligência artificial poder formar frases e até mesmo parágrafos com certo sentido, uma escrita não pode ser feita com seu primor sem uma mão humana.

Essas são algumas das carreiras que citei que não serão automatizadas. Existem diversas outras. Lembre-se, o ser humano é único, você é único 🙂

Habilidades do futuro: como desenvolvê-las?

Você está pronto para as novas demandas do mercado? Agora não importa apenas o que você sabe fazer, mas quão rápido você pode aprender algo novo.

É o que dizem as pesquisas da World Economic Forum, que levantou estudos entre milhares de gestores e lideranças sobre as habilidades que todos os profissionais devem se atentar a partir de agora.

Vamos conhecê-las?

Resolução de problemas complexos

O profissional do futuro precisa estar pronto para resolver problemas de diferentes níveis de complexidade em seu ambiente de trabalho.É necessário ter elasticidade mental para encarar problemas com os quais nunca se deparou antes. Além disso, é importante que ter autocontrole para não sucumbir às pressões e nervosismo excessivo durante esses momentos.

Pensamento crítico

De acordo com o relatório, também será muito importante ser um pensador crítico nos próximos anos, pois estas pessoas serão grandes questionadoras. Assim, tais profissionais usarão do raciocínio e da lógica para questionarem problemas. Serão, portanto, capazes de colocar os prós e contras na balança antes de chegarem a uma conclusão final.

Criatividade

Enquanto em 2015 as habilidades do futuro tinham no topo da lista negociação e flexibilidade, em 2020 ambas caíram. Isso porque as máquinas estão começando a se tornar eficientes para a tomada de decisões. Mas o que significa ser criativo? É a capacidade de conectar informações e, a partir disso, construir ideias inusitadas, apresentando algo novo.

Gestão de pessoas

Os funcionários são o ativo mais valioso de uma empresa, portanto, a capacidade de gerir pessoas não deve ser negligenciada. Mesmo que a inteligência artificial seja útil na automação, gerenciar equipes é algo que só humanos conseguem fazer. Além disso, é uma ferramenta que está diretamente conectada com a inteligência emocional. Afinal, para gerir pessoas é preciso desenvolver empatia, habilidades sociais e também ser capaz de reconhecer e controlar suas emoções.

Coordenação com os outros

Segundo o relatório do fórum econômico mundial, as organizações estão buscando cada vez mais profissionais com habilidades interpessoais. Isso é importante para que se crie um ambiente mais agradável entre os funcionários. Ao contar com profissionais que contribuem para um dia a dia colaborativo, as chances de seus funcionários produzirem mais e melhor são maiores.

Inteligência emocional

A inteligência emocional é uma habilidade que vem sido muito discutida nos últimos anos e não podemos negar a sua importância para o mercado de trabalho. Popularizada pelo psicólogo Daniel Goleman, possui cinco principais pilares. São eles: reconhecimento das emoções, controle das emoções, automotivação, empatia e habilidades interpessoais.

Julgamento e tomada de decisões

As empresas buscam pessoas que consigam analisar dados e buscar insights valiosos, conseguindo tomar decisões complexas e difíceis. Mais do que nunca, os profissionais devem utilizar o big data para tais decisões estratégicas.

Negociação

As empresas precisam de profissionais capazes de negociar, argumentar e persuadir, seja com os pares, chefes ou clientes. Essa habilidade interpessoal sempre foi e continua sendo importante para o sucesso de um negócio.

Flexibilidade cognitiva

A flexibilidade cognitiva está relacionada à capacidade de ampliar as maneiras de pensar, ou seja, enxergar diferentes possibilidades para resolver problemas e conflitos.

E por que isso é importante para o mercado de trabalho? Porque ao sair da sua caixinha você se torna uma pessoa mais propensa a realizar novas associações e enxergar novos padrões.

Trabalho freelancer, por que não?

Embora a modalidade freelancer exista desde sempre (em termos históricos, a novidade foram as leis trabalhistas, todas do século 20), só agora alguns tabus foram forçadamente revistos e deslancharam a opção no mercado. Impulsionados pela crise causada pela pandemia, onde muitos perderam seus empregos, o trabalho freelancer ganhou força e vem crescendo.

Com a pandemia e o isolamento social, dúvidas sobre home office e gestão à distância foram respondidas. O trabalho autônomo ganhou mais visibilidade, inclusive como opção de carreira.

E claro, que os trabalhos freelancers se tornaram mais do que uma alternativa cada vez mais procurada por profissionais que querem aumentar a renda, desfrutar de horários flexíveis ou desenvolver um plano B para a carreira – além, é claro, daqueles que são lançados à vida de autônomo não por escolha, mas por terem ficado desempregados.

E se você quer ser um trabalhador freelancer de sucesso, você terá que seguir algumas “regras” básicas para empreender como freela. Vamos lá?

Faça um planejamento estratégico

Olhe sua empresa de cima para conseguir estabelecer os setores, sua atividade e como você vai dar atenção a cada uma delas e quando vai fazer isso. É a maneira como você vai administrar, o que você vai buscar e quais serão suas regras. Com isso em mente (e no papel também) você visualiza o caminho que vai seguir. 

Rotina é essencial

É preciso estabelecer horários para trabalhar, claro que com uma flexibilidade bem maior. Você é o dono do seu tempo. Entender que a rotina vai dar a liberdade necessária para criar, inovar e, até mesmo, fazer outras atividades do seu interesse, é fundamental. Descubra em qual horário você produz mais e foque nele. 

 Tenha foco

Quando você direciona a sua energia e o seu intelecto para uma determinada área as chances de progredir são bem maiores. Uma dica interessante é, na hora de escolher uma área de atuação, focar e se especializar naquilo que você faz com maior desenvoltura. 

 Se informe. 

Antes de começar a trabalhar em qualquer área é preciso saber o que lhe espera. Você tem conhecimento daquilo que o mercado está precisando e que você está se propondo a ofertar?

Formalize-se

A formalização traz credibilidade. Um opção é optar pelo MEI (Microempreendedor Individual). Basta fazer um cadastro no Portal do Empreendedor do Governo Federal. Assim, você terá um CNPJ e poderá emitir nota fiscal do serviço prestado. Além disso, terá direito a benefícios previdenciários que, sem ser legalizado, não teria acesso.

 Conheça seu mercado

É fundamental estudar o mercado e ficar por dentro das necessidades do seu público-alvo. Afinal, é para ele que você vai vender o seu trabalho. Não adianta sair atirando para todos os lados, pois além de ser desgastante é ineficiente.

 Faça um planejamento financeiro

Ser o seu próprio chefe não significa que você irá ganhar dinheiro de forma instantânea. Prepare-se para os períodos de vacas magras. Como será o pagamento dos seus clientes? É preciso ter uma reserva financeira para auxiliar naqueles meses mais fraco. 

Algumas dicas práticas para você começar hoje mesmo a organizar o seu trabalho. 

 Faça uma lista das tarefas que você precisa realizar; 

  • Depois, dívida cada uma dessas atividades em pequenas partes; 
  • Por fim, inclua essas partes na sua semana até a finalização da tarefa; 
  • Estipular prazos para a execução de cada atividade também ajuda assim como acompanhar o desenvolvimento de cada pequena parte cumprida. 

Você sabe fazer networking?

 Se você respondeu sim, está de parabéns. Mas saiba que não são muitos os brasileiros que tem a resposta afirmativa. Segundo uma pesquisa realizada pelo IDCE – Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos – o bom relacionamento não é o forte dos brasileiros. 

 O estudo revela que a maioria das pessoas acredita que networking se define como uma boa rede de contatos, ou seja, conhecer várias pessoas e ser conhecido por elas. Mas, não é só isso. Uma boa e verdadeira rede de contatos só é válida quando as pessoas sabem o que você faz bem profissionalmente, e, o mais importante, influenciam em seu crescimento profissional.

 Listei alguns erros e acertos sobre o networking. Fique atento e reconheça os itens que você se identifica e comece a muda-los já. 

 ACERTOS: 

  • Está sempre circulando, seja em cursos, palestras, congressos. É importante frequentar ambientes que te levam ao crescimento profissional. É ali que você conhecerá outros profissionais que estão no mesmo caminho que você. 
  • Criar uma via de mão dupla. Assim como você precisa de contatos é também preciso ser o contato de alguém. Seja solicito e esteja sempre presente quando necessário. Ajudar alguém quando for solicitado é primordial. Lembre-se que o mercado é pequeno. Além disso, se encontrar com as pessoal relevantes na sua lista é importante, seja presencialmente ou via internet. 
  • Seja reconhecido na empresa. Como? Seja comunicativo e prestativo. Ajude o colega mesmo que ele for de outra área. Ser lembrado pelas boas  atitudes é uma virtude.
  • Comunique suas mudanças profissionais, principalmente através das suas redes de contato digital. É dessa maneira que dará a chance dos outros perceberem seu crescimento, produtividade e que encara nos desafios. 
  • Seja estruturado. Trilhe um caminho para sua carreira e empresa e trace sempre os caminhos que te levarão ao seu objetivo final. Tenho certeza que o networking abre muita portas. 

 ERROS: 

Ser conhecido não é ter networking – ele só vale quando as pessoas sabem no que você é bom profissionalmente; 

  • Usá-lo apenas quando precisa. O mercado muda muito rápido e é sempre bom manter-se por ali, sendo visto e lembrado, sempre deixando em evidência o que anda fazendo naquele momento da carreira;  
  • Ter contato apenas com profissionais da sua área. Conhecer pessoas de diversos segmentos e com mais experiência que você, ampliará o seu alcance e quanto mais relevância ter esse profissional mais provável que ele te indique ou contrate; 
  • Depender apenas de networking. Para ter um bom relacionamento é precisa sempre manter-se atualizado – o conhecimento técnico é importantíssimo. O mercado vai afunilando à medida em que crescemos profissionalmente e ter uma rede conectada é primordial. 

Como buscar uma boa recolocação no mercado de trabalho?

Ano novo, vida nova! A frase mais falada em todo o começo de ano parece mesmo fazer sentido. Mudança de emprego a cada dois anos, antes característica marcante apenas nos profissionais mais jovens, agora é realidade também entre os mais experientes. Foi o que uma pesquisa do Page Group mostrou em seus resultados no ano passado.

O que motiva esses profissionais a buscarem nova recolocação no mercado de trabalho? A falta de oportunidade de ascensão profissional no atual emprego é o principal fator, segundo a pesquisa.

Em outros estudos, a busca de crescimento na carreira, salário maior, melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, flexibilidade de horário e localização mais fácil, também aparecem como motivos para uma busca de recolocação.

Mas, afinal, como conseguir uma boa recolocação?

Saiba seus reais motivos: É preciso entender a posição em que você está na empresa atual, seus objetivos e também o que faz com que você se sinta motivado. Também é importante, antes de decidir, analisar se as suas possibilidades de crescimento na empresa em que está já foram esgotadas.

Atenção ao mercado: o segmento que atua está prosperando ou está em crise? Ele oscila muito? É primordial você saber como andam as vagas na sua área, escassas ou abundantes?

Prepare-se para o mercado: se você quer mudar de emprego, precisa se preparar. Se o crescimento é o seu objetivo, avalie seu momento atual, trace um plano para preencher seus gaps ou para desenvolver as habilidades necessárias para o próximo passo de sua carreira.

Faça networking: uma boa rede de relacionamento nesses momentos são essenciais. Quando você tem ao seu redor pessoas que podem te ajudar a se recolocar no mercado o caminho fica mais fácil.

Esteja em movimento: entre em contato com Consultores, Headhunters e com os profissionais de Recursos Humanos das empresas que te interessam. Escreva um e-mail, ou um In-mail (mensagem do LinkedIn), personalizado, com seu currículo anexado. Mostre que está à disposição e pronto para novos desafios.

Como falar de você em uma entrevista de emprego?

Você está tão ansioso em busca de uma recolocação profissional no mercado que só de pensar na hora da entrevista dá até desespero. Por isso, hoje vou compartilhar com você algumas dicas do que falar numa entrevista de emprego.

Anotem ai:

Tenha confiança para falar de si: você precisa saber expressar quem você é, quais suas experiências passadas, seus objetivos e metas para o futuro, seus defeitos e qualidades – sem parecer pretensioso ou modesto demais. 

Fale das suas competências: fale honestamente sobre seus talentos, suas habilidades e competências e como elas podem se reverter positivamente para a empresa. Se lhe falta algum conhecimento técnico para aquela vaga, mostre disponibilidade para aprender.

Fale por que você quer esta vaga: é nessa pergunta que o avaliador observa se você tem um pensamento alinhado ao da empresa. Por isso é importante a preparação prévia. Pesquise tudo sobre a organização, saiba como você pode contribuir e de que forma a vaga atende suas expectativas.

Planos para o seu futuro: ao falar dos seus objetivos e metas para o futuro, tente passar uma imagem de simplicidade e alguma ambição. Exemplo: “Meu objetivo nesta empresa é adquirir experiência suficiente para chegar, no futuro, a cargos mais altos de gestão”.

E OS TEMIDOS DEFEITOS?

Workaholic. Perfeccionista. Ansioso. Detalhista. Essas são algumas das respostas mais ouvidas em entrevistas de emprego à famigerada questão: “Qual é o seu principal defeito? Os recrutadores já estão cansados de ouvir as mesmas respostas. E acredite, todos tem medo de falar sobre os seus verdadeiros defeitos numa entrevista.

Quando o recrutador faz essa pergunta, certamente ele tem em mente:

1 – conhecer os pontos que o profissional à sua frente ainda precisa desenvolver. Isso é essencial para saber se ele está preparado para assumir imediatamente a vaga, ou se será preciso treiná-lo em algum aspecto técnico ou comportamental depois de contratá-lo.

2 – um pouco mais sutil, é investigar o grau de autoconhecimento do candidato.

3- avaliar a sua abertura às críticas – a resposta do candidato mostrará se ele é humilde o suficiente para reconhecer suas próprias fraquezas e se abrir a eventuais feedbacks negativos.

Claro, que não existe resposta certa. Então, como responder? Seja verdadeiro!

Honestidade: Falar sobre os defeitos não é uma tarefa fácil, mas é essencial que o candidato seja sincero. A sinceridade é lavada em conta pelo recrutador. Então, se você disser o seu temido defeito, você certamente estará sendo diferente e ganhará a atenção do recrutador.

Soluções: Uma dica é falar sobre o seu defeito já evidenciando uma solução. Além de tudo você mostrará que tem autoconhecimento e capacidade para desenvolver habilidades.

O pensamento do recrutador: vale destacar que essa pergunta é usada pelos recrutadores por um motivo específico. Os profissionais querem entender o perfil dos candidatos, mais do que saber sobre seus defeitos. Ou seja, eles buscam conhecer o profissional, sua personalidade e suas soft skills (habilidades comportamentais), como resiliência e determinação, por exemplo.

E ai, qual é o seu defeito?

Importância de fazer planejamento da carreira

Ter uma carreira de sucesso e almejar aquela cargo de chefia faz parte dos sonhos de muitos profissionais. Mas será que você está planejando a sua carreira pessoal? Pois é, mais do que depender do plano de carreira que a empresa tem para te oferecer, é importante você elencar quais os próximos passos que você quer dar na sua atuação no mercado

Segundo o filósofo Mario Sérgio Cortella, é importante reforçar uma distinção: emprego é fonte de renda, enquanto trabalho é fonte de vida. Trabalho gera vitalidade, emprego pode muitas vezes apenas dar dinheiro. E você, concorda?

Vamos falar sobre o plano de carreira. Você sabe o que é?

Como falei, ele pode ser pessoal ou estabelecido pela empresa. No primeiro, o profissional estabelece os objetivos e metas para a sua carreira. Além disso, também é importante definir as estratégias que podem auxiliar nessa conquista. Pode ser necessário conquistar um diploma, conseguir um título de mestrado ou doutorado, realizar uma pós-graduação, investir no empreendedorismo, etc. Cada etapa dependerá dos objetivos traçados.

Já o plano de carreira estabelecido pela empresa, é ela quem oferece melhorias na atuação do profissional para o bem estar dos colaboradores. Geralmente elas estimulam o funcionário a estudar, buscar cursos, todas as estratégias que agreguem no trabalho realizado por ele dentro da corporação. Dessa forma, o plano de carreira da empresa possui o percurso que o colaborador desde o seu ingresso na organização.

Como ter um plano de carreira pessoal?

Primeiro é preciso saber onde você quer chegar e qual o caminho terá que percorrer. Criar estratégias e ter metas definidas facilitam você chegar ao ponto que deseja. O plano de carreira proporciona um direcionamento mais assertivo e evita perda de tempo com estratégias que não agregarão em seu futuro profissional.

Você, tem pensado no seu plano pessoal de carreira? Onde quer chegar? Vale a reflexão!

Passo a passo para empreender

Conseguir uma recolocação no mercado de trabalho pode ser uma tarefa difícil, e com a crise que estamos enfrentando, principalmente por conta da pandemia, muitos resolveram empreender, ou seja, ter o próprio negócio.

Segundo um levantamento realizado pelo IBGE, o desemprego já atinge 13 milhões de brasileiros. Dessas pessoas, cerca de 4,7 milhões não sentem mais esperança de conseguir um trabalho. Nesse cenário, o empreendedorismo pode ser uma alternativa para se virar o jogo.

Por onde começar?

É fundamental lembrar que antes de abrir um negócio é preciso traça-lo, desde o valor de investimento, até mesmo público alvo, produto ou serviço que serão oferecidos. Se não tiver planejamento, empreender se torna a mesma coisa que rasgar dinheiro.

Vão algumas dicas. Se pergunte:

Qual o valor do seu investimento? (Lembrando que um negócio novo não gera lucro já nos primeiros meses, e as vezes, nem em anos)

Qual a solução que você entregará para o seu público alvo?

O seu público alvo pagaria por essa solução, por esse produto?

Onde está o seu público alvo?

Em quanto tempo quero ter esse investimento de volta?

Cuidado com os erros!

Os principais erros cometidos é não saber dividir as finanças pessoais das profissionais. No caso dos desempregados, esse problema se agrava pela sua necessidade de pagar as contas.

Vale lembrar que a média de tempo que um empreendimento demora para gerar lucro é de dois anos. Durante esse período, todo tipo de retirada expressiva de dinheiro da empresa pode desestabilizar a operação.

O ideal? Tenha um capital de giro suficiente para se manter durante os primeiros meses.

Qual negócio escolher?

O primeiro passo para descobrir qual deve ser sua área de atuação é analisar suas habilidades. Não adianta você investir em um setor que não entende ou não goste só para ganhar dinheiro. Caso a pessoa seja boa em artesanato, por exemplo, começar um negócio desse tipo pode ser a melhor opção.

Estude!

Para que o negócio seja bem-sucedido, habilidades ligadas à área de atuação precisam ser constantemente atualizadas. Noções em gestão também são necessárias. Você desemprenhará várias funções. É preciso saber administrar, vender, planejar. O dono é quem comanda a orquestra. Se você não entende nada, não terá sucesso no seu negócio.